sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Voto de pesar

É com profundo pesar, que tomámos conhecimento do falecimento da esposa do nosso companheiro Jason Arnold .
A ele enviamos os nossos pêsames e um forte abraço, nestas horas sempre difíceis.


quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Caros Sócios 

Conforme o anterior email ( abaixo descriminado), somos a informar que o local para a realização da referida Assembleia será no Estádio Nacional (CAR) - por baixo da bancada do campo de rugby. 
Mantendo a data e hora. 

Mais informamos que no decorrer do mês de Outubro iremos proceder à realização da Assembleia Ordinária conforme o estipulado pelos estatutos. 

O Presidente da Assembleia Geral 
Jorge Mendes da Silva 
 
Associação Nacional de Árbitros de Rugby


sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Caros Sócios 

Vimos, por este meio, convocar todos os associados para uma Assembleia Geral da ANAR para o próximo dia 6 de Setembro pelas 19 h em local a indicar (Lisboa/Oeiras).

ORDEM DE TRABALHOS: 
1- Actual situação da arbitragem 
2- Outros assuntos



O objectivo será de reunir todos os associados no mesmo local onde será realizado o "Estágio de Arbitragem" em Lisboa/Oeiras.  
Será uma oportunidade para convívio de todos e de união do grupo.


O Presidente da Assembleia Geral 
Jorge Mendes da Silva 
 
Associação Nacional de Árbitros de Rugby

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014




                                                          COMPROMISSO 

  Algumas situações que ultimamente têm acontecido no nosso Rugby com inusitada frequência, levam-nos a chamar a atenção de todos os intervenientes , fora e dentro dos campos, lembrando da importância  e da necessidade de revermos comportamentos que deverão pautar-se sempre pelo que o próprio Código do Jogo  nos transmite e que tem que ser respeitado e vivido no dia a dia da nossa modalidade.

Esta maneira de estar e viver o RUGBY deve ser sempre encarada por todos os agentes que nele participam  com a responsabilidade do legado que recebemos dos nossos  antepassados  e que não poderemos, nem temos o direito, de defraudar.

Os  valores do rugby  tão bem explícitos no próprio Código do Jogo, não podem deixar de estar sempre  presentes , nele se exaltando um conjunto de virtudes que o devem caracterizar e que exigem um compromisso renovado de todos os envolvidos, nomeadamente:

  •  INTEGRIDADE  -  é uma condição central para a estrutura do Rugby, exigindo  honestidade e o jogo limpo respeitador das regras estabelecidas


  •  PAIXÃO  -  o Rugby  gera entusiasmo, emoções e o sentimento comum de pertencer à grande família que é o Rugby


  • SOLIDARIEDADE - o Rugby proporciona um espírito de união que conduz a amizades para a vida, camaradagem, trabalho em equipa e lealdade o que vai muito para além das diferenças culturais, geográficas, politicas  ou religiosas


  • DISCIPLINA  -  a disciplina é uma parte fundamental do jogo,  tanto dentro de campo como fora e está clarificada nas Leis , Regulamentos  e nos seus próprios valores


  • RESPEITO  - o respeito por companheiros, adversários, árbitros e todos os envolvidos no jogo é uma natural exigência de quem pratica ou praticou o jogo.



São estes os compromissos mais relevantes que os árbitros e a própria Federação Portuguesa de Rugby consideram deverem ser aceites e vividos por todos, de uma forma ecuménica e real.

O compromisso terá de ser assumido por todos, com aplicação directa em todas as circunstâncias, sempre que o Rugby esteja em causa.

 Acreditamos que só com uma grande alteração comportamental será possível restituir ao rugby a tranquilidade, a segurança e o prazer de quem está ligado à modalidade em geral e aos árbitros em particular, pois são eles que de forma mais directa e permanente sofrem as consequências que resultam da ausência de valores que todos defendemos mas que , com facilidade, tanto esquecemos.
                                
Relativamente à arbitragem entende-se , dever existir uma clara aposta no incentivo a novos árbitros e à promoção da sua formação contínua, o que não tem vindo a acontecer da forma que se julga mais ajustada.

Entende-se, ainda, que a FPR deverá garantir o pagamento atempado aos Árbitros que não poderão, nem deverão, continuar a garantir as despesas inerentes a deslocações e a prémios, uma situação que a FPR se compromete a resolver .   
        
Os árbitros, através da sua própria associação (ANAR), a Federação Portuguesa de Rugby, na pessoa do seu Presidente, o Conselho de Arbitragem,  e a área Técnica da FPR têm levado a cabo uma série de diligências com o intuito resolver de uma forma definitiva estes assuntos sem os quais o Rugby Nacional não poderá evoluir nem tão pouco manter os padrões de qualidade desportiva por todos reconhecidos.


O compromisso é de todos e é para valer.


                                                                                         Lisboa, 20 de Fevereiro de 2014











quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Estrutura e Contactos Arbitragem FPR


Apresentamos a Estrutura FPR para a arbitragem e seus contactos 

Estrutura e Contactos FPR

Calendário do Plano de Formação Arbitragem 2014

Apresentamos o Plano para a Formação de Árbitros 2014, conforme divulgado no site da Federação Portuguesa de Rugby

Formação Arbitragem 20014

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Falecimento

Lamentamos informar que faleceu Miguel Cabral , antigo árbitro e jogador.
A toda a família as mais sentidas condolências de todos os árbitros portugueses.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Órgãos Sociais

Venho por este meio informar que tendo sido realizada a Assembleia Eleitoral da ANAR,no passado dia 01 de Fevereiro de 2014, foram eleitos os novos orgãos sociais da respectiva Associação e que passo a indicar:

ASSEMBLEIA GERAL
 Presidente- Inácio Jorge Mendes da Silva

 Vice Presidente- Levi da Quitério

 Secretário - Pedro Gallardini Graça

DIRECÇÃO
Presidente- Nuno Filipe Miranda Coelho

 Tesoureiro - Paulo Teixeira Duarte

 Secretário - Tiago Jorge Costa Gonçalves

 CONSELHO FISCAL
 Presidente - Pedro Fonseca

 Relator - Luis Miranda

Vogal - Bruno Caldeira

Sem outro assunto de momento e com os meus melhores cumprimentos, subscrevo-me com consideração

I.Jorge Mendes da Silva
(Presidente da Assembleia Geral da ANAR)


terça-feira, 3 de julho de 2012

Jantar Final ANAR

Comunicado
  
A Direcção da ANAR  deliberou organizar um jantar na sequência da palestra que o nosso colega Rohan Hoffman vai dar, na próxima 3ª feira, 3 de Julho.

Na ocasião, vão ser entregues os três prémios ANAR 2012: Carreira, Promessa e Árbitro Auxiliar.
Estão convidados todos os árbitros e ex-árbitros, sendo o jantar gratuito para os associados da ANAR.

Não havendo traje obrigatório, a direcção recomenda fortemente que todos os associados usem a gravata da ANAR, ainda que sem casaco. Aos associados que ainda não tenham essa gravata, ser-lhes-á entregue no momento. 






quinta-feira, 19 de abril de 2012

Plano Nacional de Ética no Desporto

O que é o PNED?

Denomina-se de Plano Nacional de Ética no Desporto (PNED). Representa uma iniciativa do XIX Governo Constitucional sendo promovido pelo Senhor Secretário de Estado do Desporto e Juventude e está sediado no Instituto Português do Desporto e Juventude, I. P.. Dentro desta entidade é dinamizado pelo Gabinete de Coordenação do PNED.

O PNED é um conjunto de iniciativas estruturadas e planificadas, que visam promover os valores inerentes à prática desportiva, e que se traduzem no espírito desportivo, no que de mais nobre ele encerra. Valores como: fairplay, o respeito pelas regras do jogo, o jogo limpo, o respeito pelo outro, a responsabilidade, a amizade, a relação e a interajuda, o respeito pelo corpo, o bem-estar, o crescimento harmónico da pessoa, entre muitos outros.

Valores, estes, que se pretende que sejam assimilados e vividos na prática desportiva.


Mais informações em:
http://www.pned.pt/



Reunião de Árbitros


Vimos por este meio convidar-vos para uma reunião de árbitros na próxima 3ª feira, dia 24 de Abril, pelas 21h15 em Algés.

Nesta reunião pretendemos discutir alguns pontos de interesse geral, sendo que a participação de todos é essencial.

Sugerimos que os árbitros da Região Centro/Norte e do Alentejo/Algarve partilhem carro para se deslocarem ao jantar, os custos do combustível serão suportados pela ANAR.

Coordenadas para o restaurante: http://g.co/maps/ssqtv
Restaurante Churrasqueira AngolanaRua João Chagas 5, 1495 Oeiras, Portugal

Pedimos que confirmem a participação através do e-mail: anar.rugby@gmail.com

Com os melhores cumprimentos,
A Direcção,

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Normas FPR sobre o "equipamento" do jogador


1.      
Uso de pitons de alumínio em campos sintéticos
As Leis do Jogo e os Regulamentos do IRB definem as características do calçado permitido em jogos de rugby. O uso de pitons de alumínio em campos de piso sintético não está referenciado.

Assim, não existe suporte legal para os árbitros proibirem um jogador de usar pitons de alumínio em campos de piso sintético a menos que os pitons de alumínio não cumpram com as especificações das Leis 4.3 e 4.4 a,c,g,h,i,k  e do Regulamento 12 do IRB.

A eventual proibição para o uso de pitons de alumínio prende-se apenas com a manutenção do estado do piso sintético, decisão que cabe unicamente ao proprietário do campo.


2.      Uso de óculos desportivos
De acordo com as normas do IRB, a FPR proíbe o uso de óculos desportivos em jogos de rugby.

Existem alguns modelos no mercado, com aros feitos de plástico ou borracha. Todavia, o problema reside no facto de as lentes serem de vidro e poderem quebrar em qualquer momento de impacto mais forte e ferir os jogadores envolvidos. Como tal, está posta em causa a integridade física dos atletas o que justifica a proibição do seu uso.


3.      Uso de leggings/ collants
As Leis do Jogo e os Regulamentos do IRB definem os artigos de vestuário permitidos por parte dos atletas. Os leggings/ collants não são permitidos.

Todavia, devido ao elevado número de campos de piso sintético usados para a realização de jogos de rugby, admite-se a utilização deste artigo de vestuário em campos de piso sintético.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Boa sorte João Erse!

O árbitro João Erse está de partida para Angola, a ANAR deseja-lhe sorte!



"Dear all,

AMANHÃ, despedir-me-ei dos relvados portugueses sem data certa para regressar.


Como alguns de vocês sabem, decidi abraçar um desafio profissional em Angola que, a médio prazo, me manterá longe dos relvados nacionais (pelo menos com a recorrência com que o fazia)."

Artigo de Opinião

por Tiago Sousa e Silva


Parabéns aos Lobos pelo brilhante resultado em Hong-Kong! Parabéns a todos os jogadores, treinadores e demais equipa técnica!
Assim deve começar esta reflexão.

Gostaria de partilhar convosco algumas inquietações que me parecem pertinentes uma vez que, com o resultado obtido nos 7's, o Rugby português se acha, de novo, num momento de definição e de decisão que condicionará o futuro da nossa querida modalidade e, por arrastamento, uma imperiosa estratégia para a arbitragem portuguesa. As coisas não podem mais ser como até aqui!!

Está visto que foi totalmente perdido o esforço que a FPR despendeu, apesar de vivermos em época de profunda crise económica, no esforço de fazer um bom Campeonato da Europa de XV... Em apenas dois anos, as Selecções nossas adversárias atingiram um patamar de evolução técnica e de competitividade muito superiores ao nosso. Os seus níveis competitivos internos aumentaram muito; o número de jogadores internacionais que nessas Selecções estão colocados em campeonatos muito superiores aos dos seus países de origem aumentou muito significativamente; a política de investimentos IRB e FIRA deslocou-se para o Leste, com honríssima excepção da Espanha, cujo investimento interno, provocou no pós Barcelona'92, uma autêntica revolução desportiva generalizada. A Espanha é hoje uma super-potência desportiva e discute lugares cimeiros em qualquer desporto! Eu, por experiência própria, vi o que foi a abertura do ano desportivo (estágio de início de época) para os árbitros de rugby, em Valência em Setembro de 2008!!

Este resultado nos 7's e a escalada que se antevê para o Mundial de Moscovo já para o ano que vem e para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em 2016 faz antever que a estratégia de desenvolvimento da FPR para os próximos tempos seja fortemente orientada para esta vertente do nosso jogo, até porque não está em cima da mesa qualquer estratégia séria de desenvolvimento do rugby de XV. Desde essa minha experiência em Valência e das várias trocas de impressão que mantive com vários agentes do rugby português, a única escapatória possível para o XV é a concretização da "Iberização" do nosso desenvolvimento. Seja ao nível competitivo de clubes e Selecções, seja ao nível de desenvolvimento das camadas jovens, passando obrigatoriamente pela arbitragem.

Todos somos muito poucos e muito pequenos para fazermos estes altos voos «orgulhosamente sós»!! O pós-mundial certifica esta minha percepção!

E para nós, árbitros?
Quanto tempo mais nos vamos manter numa situação em que o nosso desenvolvimento depende quase exclusivamente da nossa obstinação pessoal? Quanto tempo mais aguentaremos sem treinos estruturados e sem treinadores específicos? Quantas mais épocas teremos sem observações objectivas e sem observadores credenciados? Quanto mais tempo nos manteremos com esta estrutura mínima de formadores de nível internacional e de momentos de formação adequados aos níveis de cada um? E já agora, quais os níveis que nos distinguem e o que precisamos de fazer para alcançar o patamar superior? Com o Manuel Barros foi iniciada uma estruturação (ainda que interna) de um Quadro de Árbitros credível, conhecido de cada um e de todos e actualizado todos os anos, pese embora pecasse na ausência de programas de desenvolvimento pessoais, para que a cada árbitro fossem dadas hipótese reais de evoluir para o nível superior. Passámos disso para a classificação IRB cujos contornos são, no mínimo, muito turvos... e cuja intervenção dos próprios visados é nula. Ninguém sabe como estará no início do próximo ano, nem como, nem porquê!

Como nos vamos preparar para esta evolução da cada vez mais expectável divisão do XV e do 7's? Seremos especificamente separados? Especificamente treinados? Como, por quem, quando?

Tal como na política e estratégia para o país, esperamos que os nossos melhores deixem Portugal para se afirmarem no contexto internacional, porque cá dentro nada lhes é proporcionado?
Sem metas, sem referências e sem exemplos, como estamos à espera (porque essa tem sido a nossa atitude) de captar árbitros jovens para uma carreira que não sabemos tornar atractiva?

Talvez estejamos, outra vez, à espera de uma cartinha das instâncias internacionais do Rugby a questionar-nos: Como raio podem vocês ter Selecções de nível internacional com tão baixo nível de desenvolvimento na arbitragem? Os vossos melhores jogadores são todos estrangeiros e, portanto, arbitrados por outras "figuras" da arbitragem internacional? É que, como já cá ando há uns anos, eu lembro-me que árbitros tiveram os nossos jogadores na campanha para o Mundial 2007, os mesmos que ganharam não sei quantas vezes seguidas os Europeus de 7's... e desses já cá não temos nenhum!!

É só uma reflexão...
Abraços do TSS

quinta-feira, 15 de março de 2012

Logotipos

Antes e Depois






terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Novos Órgãos Sociais

Venho por este meio informar a Ex.ma F.P de Rugby das alterações dos corpos sociais da ANAR resultantes da Assembleia Geral da ANAR realizada a 27 Janeiro 2012


Conforme convocatória do Presidente da Mesa da Assembleia Geral da ANAR ( eu próprio ) reuniu a 27 de Janeiro de 2012 no Restaurante Taberna Amorim, pelas 22 horas, em segunda convocatória.

Dada a minha impossibilidade de comparecer, a Assembleia foi presidida pelo vice-presidente da Mesa a Assembleia Geral, o sócio Luís Miranda, contando com a presença dos sócios Tiago Sousa e Silva, Filipa Jales, Predro Gagliardini Graça , João Erse, Afonso Nogueira, Nuno Coelho, José Machado de Almeida, Jorge Mendes Silva, Guilherme Themudo e Paulo Duarte.


Eleição

No processo de eleição que seguiu foram eleitos os seguintes orgãos sociais da ANAR

Direcção
Presidente - José Machado de Almeida
Tesoureiro - Levy Quitério
Vogais - Filipa Jales, Luís Miranda e Afonso Nogueira

Mesa da Assembleia Geral
Presidente - Jorge Mendes Silva
Vice-Presidente - Nuno Coelho
Secretário: Pedro Graça

Conselho Fiscal
Presidente - João Erse
Redactor - Guilherme Themudo
Vogal - Pedro ALegre

Sem outro assunto de momento


Atentamente
A. Moita

domingo, 31 de outubro de 2010

Mensagem de Paddy O'Brien

Através dos serviços da FPR, já devem ter recebido a mensagem que Paddy O'Brien, boss dos Árbitros IRB, decidiu enviar para todos os agentes do rugby pelo mundo fora.
Gostaria hoje de salientar apenas a parte dedicada ao maul que, segundo ele, tem sido "pobremente arbitrado", mais concretamente o maul de touche.
Gostava de vos deixar duas experiências pessoais muito recentes, para que possam reflectir por vocês próprios:
Num jogo S18 que arbitrei há poucas semanas, uma das equipas era estrangeira, mais concretamente inglesa, que veio jogar com uma equipa portuguesa. A dado momento do jogo, depois de sancionar a terceira falta aos visitantes, por obsturção antes que se formasse o maul na sequência de um alinhamento, resolvi interromper o jogo e no melhor inglês que consegui articular, explicar a razão da falta. Envolvi então na conversa, os treinadores. Não demorou mais de 3 minutos, mas justificou-se, até porque se tratava de um jogo "particular" e "amigável". A "coisa" ficou clara e não houve mais faltas.
Mas o que é importante aqui é que os treinadores e managers ingleses estranharam que essa Lei seja tão bem aplicada em Portugal, uma vez que no seu país, ela passa quase sempre despercebida, mesmo até, muitas vezes, no nível sénior.
Outra situação vivi num jogo recente da Divisão de Honra: Na sequência de uma touche, forma-se um maul, que inicia o seu movimento de progressão muito dinâmico, em direcção à área de ensaio adversária.
Numa primeira fase, o adversário demite-se e retira-se do maul, pelo que dei indicação verbal de que se mantinha a «formação espontânea». Depois, na tentativa de o parar, há duas faltas cometidas pelos defensores: uma tentativa de derrube, pela queda de um jogador no seu "miolo" e uma "entrada de lado" que pretendia "separar a cabeça do maul" do restante agrupamento. Nenhuma dessas acções surtiu efeito e o maul progrediu mais 20 metros, imparável.
No fim dessa progressão dá-se o descolamento da cabeça do maul (que continua a sua marcha) dos jogadores de trás (que estão na posse de bola) e que já não estão ligados. Este é momento da falta: obsturção!
Cá fora, gritou-se. Não pela falta em si, que foi bem sancionada, mas pela ausência de indicação de vantagem nas faltas que o adversário cometera, na tentativa de parar o maul.
A crítica é justa. Como o movimento desse maul se manteve muito rápido e dinâmico, as faltas efectivas do adversário deveriam ter dado lugar à indicação de vantagem mesmo que depois se viesse a confirma o fim da vantagem, uma vez que a equipa em progressão a teve, de facto.
Cá fora esperou-se, pelo menos, esse sinal.
Não é só na identificação correcta da falta que podemos falhar. Alguns erros surgem na comunicação deficiente com todo o resto dos agentes do jogo: público, treinadores, etc.
Para reflectir!
Abraços
TSS

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Bom início de Época 2010-2011

E é assim: mais um ano de rugby, certamente com "casos" mas com muita entrega, com profissionalismo, e com muito brio, que é como temos vindo a desenvolver esta dificil tarefa de arbitrar o Rugby. Isso mesmo foi deixado claro no estágio que tivemos no Alfeite. Isso e a forte amizade e que nos une.

Este ano deixaram a arbitragem portuguesa o Rohan, o Caupers e o Rui Gomes e o João Mourinha mantém-se, e pelo que sabemos, bem, por "tierras de nuestros hermanos", esperando nós que possa cá dar um ar da sua graça.

Mas vai ser também um bom ano de actividade da ANAR para o que será necessária a participação de todos. Chamo a vossa atenção para um conjunto de iniciativas que queremos desenvolver este ano:
- Revisão dos custos de deslocação, alimentação e estadia, uma luta necessária e justa com a FPR;
- Deixa a Presidência da Mesa da Assembleia Geral, por incompatibilidade do cargo federativo que passou a exercer, o nosso Pedro Sousa Ribeiro. Em breve esperamos eleger uma nova Mesa desse Órgão Máximo da ANAR;
- A clarificação da questão do seguro desportivo dos Árbitros e publicitação dos Procedimentos de activação do mesmo e bem assim da Lista de Centros Hospitalares e de Reabilitação convencionados;
- Inserir a ANAR noutros fóruns de arbitragem nacional e internacional, através da sua federação na Confederação Nacional de Árbitros e Juízes;
- Iniciar os Planos Anuais de Investimento para não termos os nossos activos parados, a desvalorizar....

A ANAR não está parada. Estás tu parado na tua relação com ela?

Abraços e votos de boa época

TSS

domingo, 28 de março de 2010

Actividade internacional

Com o fim da época caseira à espreita, começa alguma actividade internacional em que estarão envolvidos árbitros portugueses, por via de nomeações directas FIRA-AER ou IRB e também através dos acordos de cooperação com Refrees Societies britânicas e francesas. Os nossos colegas envolvidos serão:

Exchange com Manchester
Pedro Fonseca, aka Badocha e Paulo Duarte, vulgo Cabrito, deslocam-se a esta cidade inglesa a 17 e 18 de Abril.

Torneio de Wellington (S17)
Desloca-se ao torneio, que agora vem substituir o famoso torneio de Millfield, o Afonso Nogueira, de 3 a 9 de Abril.

Campeonato da Europa S18
Pedro Murrinelo, aka Muri, foi nomeado pela FIRA-AER para estar presente nesta competição que decorrerá em Treviso, Itália, de 26 de Março a 4 de Abril.

Este nosso colega foi ainda nomeado pela FIRA-AER para o jogo Luxemburgo-Israel, que terá lugar a 1 de Maio.

Os nossos colegas Pedro Mendes Silva aka Jójó Jr., Filipa Jales aka Jaleca e Luis "Bigas" Miranda estiveram presentes no Estágio FIRA-AER, que de corre no nosso país de 26 a 29 de Março, e que junta os formadores Jorge Mendes Silva, vulgo Jójó, e o italiano Gianni Morandin.

O nosso colega Zé, aka Juan, vulgo Rohan Hoffmann, estará presente no Campeonato Europeu de 7's em Odessa, nos dias 29 e 30 de Maio.

O nosso colega João Mourinha, aka João Mourinha - " o espanhol", estará presente no Junior World Trophy (S20) em Moscovo de 18 a 30 de Maio, por nomeação IRB.

A todos estes colegas desejamos parabéns pelas nomeações e muita sorte nas suas arbitragens. Esperamos por notícias que nos possam trazer.

Abraço Oval
TSS

sábado, 6 de março de 2010

Viagens de Comboio+Carro

Caríssimos,

Gostaria de vos (re)lembrar de mais uma hipótese que temos para as nossas viagens por esse Portugal fora, quando nos temos de deslocar para longe de casa: A CP tem um acordo com a AVIS que estabelece um "combinado" Comboio IC/ALFA + Carro, que é muito vantajoso.

O serviço de comboio é rápido e muito cómodo para as estações de referência, onde há balcões da AVIS: Lisboa, Porto, Coimbra, Braga (que não funciona aos fins de semana, é pena!!) e Faro.

Como sabem, a FPR já não está com a eficiência a que nos habituou nos últimos anos relativamente a pagamentos de deslocações e prémios, o que se traduz em atrasos na devolução daquilo que desembolsamos para ir arbitrar. Todos sabemos dos custos de gasolina, das portagens e dos perigos de horas seguidas de condução, porque o regresso a casa já o fazemos cansados depois da viagem de ida e com um (à vezes mais) jogo nas pernas!

Vou dar-vos um exemplo pessoal: Ida a Arcos de Valdevez, para estar lá às 14.00h - Apanhar o comboio IC em Sta. Apolónia por volta das 9.30h da manhã e chegar ao Porto às 12.45h. Esse é tempo de qualidade que há para dormir, rever uma ou outra dúvida de aplicação de Leis e preparar o jogo que nos espera. Para aqueles mais workaholics há sempre hipótese de se ligarem à net e trabalharem mais umas horitas. Nível de stress na viagem é igual a zero!

Chegada ao Porto e na mesma estação de Campanhã estará alguém da AVIS à vossa espera. É só assinar a papelada e fazer um "tirinho" de pouco mais de uma hora, até ao campo, em Arcos! O regresso é igualzinho: é só deixar o carro na estação e apanhar o comboio de regresso.

Não façam confusões: este foi um dia que deixaram de fazer quase 9 horas a conduzir, não gastaram disparates em gasolina e portagens, não precisaram de tantos cafés para despertar e reduziram para metade as probablidades de terem um acidente...

Custo total, já com carro, 68€ mais a gasolina que é preciso reabastecer antes de devolver o carro (+/- 15 litros por 200km). Façam as contas, descontem o stress e tirem as vossas conclusões. A coisa é ainda mais barata se quizerem ir na véspera (6ª feira) porque podem ir directos a Braga! O que se poupa é, meus amigos, o preço a que têm direito numa dormida de hotel!!

Esqueci-me de dizer que todas estas reservas estão à distancia de um clic: pode-se fazer tudo pela net, 3 horas antes da partida, é só haver disponibilidade de carros!!!

Boas viagens e bons jogos!
TSS