quinta-feira, 19 de abril de 2012

Reunião de Árbitros


Vimos por este meio convidar-vos para uma reunião de árbitros na próxima 3ª feira, dia 24 de Abril, pelas 21h15 em Algés.

Nesta reunião pretendemos discutir alguns pontos de interesse geral, sendo que a participação de todos é essencial.

Sugerimos que os árbitros da Região Centro/Norte e do Alentejo/Algarve partilhem carro para se deslocarem ao jantar, os custos do combustível serão suportados pela ANAR.

Coordenadas para o restaurante: http://g.co/maps/ssqtv
Restaurante Churrasqueira AngolanaRua João Chagas 5, 1495 Oeiras, Portugal

Pedimos que confirmem a participação através do e-mail: anar.rugby@gmail.com

Com os melhores cumprimentos,
A Direcção,

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Normas FPR sobre o "equipamento" do jogador


1.      
Uso de pitons de alumínio em campos sintéticos
As Leis do Jogo e os Regulamentos do IRB definem as características do calçado permitido em jogos de rugby. O uso de pitons de alumínio em campos de piso sintético não está referenciado.

Assim, não existe suporte legal para os árbitros proibirem um jogador de usar pitons de alumínio em campos de piso sintético a menos que os pitons de alumínio não cumpram com as especificações das Leis 4.3 e 4.4 a,c,g,h,i,k  e do Regulamento 12 do IRB.

A eventual proibição para o uso de pitons de alumínio prende-se apenas com a manutenção do estado do piso sintético, decisão que cabe unicamente ao proprietário do campo.


2.      Uso de óculos desportivos
De acordo com as normas do IRB, a FPR proíbe o uso de óculos desportivos em jogos de rugby.

Existem alguns modelos no mercado, com aros feitos de plástico ou borracha. Todavia, o problema reside no facto de as lentes serem de vidro e poderem quebrar em qualquer momento de impacto mais forte e ferir os jogadores envolvidos. Como tal, está posta em causa a integridade física dos atletas o que justifica a proibição do seu uso.


3.      Uso de leggings/ collants
As Leis do Jogo e os Regulamentos do IRB definem os artigos de vestuário permitidos por parte dos atletas. Os leggings/ collants não são permitidos.

Todavia, devido ao elevado número de campos de piso sintético usados para a realização de jogos de rugby, admite-se a utilização deste artigo de vestuário em campos de piso sintético.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Boa sorte João Erse!

O árbitro João Erse está de partida para Angola, a ANAR deseja-lhe sorte!



"Dear all,

AMANHÃ, despedir-me-ei dos relvados portugueses sem data certa para regressar.


Como alguns de vocês sabem, decidi abraçar um desafio profissional em Angola que, a médio prazo, me manterá longe dos relvados nacionais (pelo menos com a recorrência com que o fazia)."

Artigo de Opinião

por Tiago Sousa e Silva


Parabéns aos Lobos pelo brilhante resultado em Hong-Kong! Parabéns a todos os jogadores, treinadores e demais equipa técnica!
Assim deve começar esta reflexão.

Gostaria de partilhar convosco algumas inquietações que me parecem pertinentes uma vez que, com o resultado obtido nos 7's, o Rugby português se acha, de novo, num momento de definição e de decisão que condicionará o futuro da nossa querida modalidade e, por arrastamento, uma imperiosa estratégia para a arbitragem portuguesa. As coisas não podem mais ser como até aqui!!

Está visto que foi totalmente perdido o esforço que a FPR despendeu, apesar de vivermos em época de profunda crise económica, no esforço de fazer um bom Campeonato da Europa de XV... Em apenas dois anos, as Selecções nossas adversárias atingiram um patamar de evolução técnica e de competitividade muito superiores ao nosso. Os seus níveis competitivos internos aumentaram muito; o número de jogadores internacionais que nessas Selecções estão colocados em campeonatos muito superiores aos dos seus países de origem aumentou muito significativamente; a política de investimentos IRB e FIRA deslocou-se para o Leste, com honríssima excepção da Espanha, cujo investimento interno, provocou no pós Barcelona'92, uma autêntica revolução desportiva generalizada. A Espanha é hoje uma super-potência desportiva e discute lugares cimeiros em qualquer desporto! Eu, por experiência própria, vi o que foi a abertura do ano desportivo (estágio de início de época) para os árbitros de rugby, em Valência em Setembro de 2008!!

Este resultado nos 7's e a escalada que se antevê para o Mundial de Moscovo já para o ano que vem e para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em 2016 faz antever que a estratégia de desenvolvimento da FPR para os próximos tempos seja fortemente orientada para esta vertente do nosso jogo, até porque não está em cima da mesa qualquer estratégia séria de desenvolvimento do rugby de XV. Desde essa minha experiência em Valência e das várias trocas de impressão que mantive com vários agentes do rugby português, a única escapatória possível para o XV é a concretização da "Iberização" do nosso desenvolvimento. Seja ao nível competitivo de clubes e Selecções, seja ao nível de desenvolvimento das camadas jovens, passando obrigatoriamente pela arbitragem.

Todos somos muito poucos e muito pequenos para fazermos estes altos voos «orgulhosamente sós»!! O pós-mundial certifica esta minha percepção!

E para nós, árbitros?
Quanto tempo mais nos vamos manter numa situação em que o nosso desenvolvimento depende quase exclusivamente da nossa obstinação pessoal? Quanto tempo mais aguentaremos sem treinos estruturados e sem treinadores específicos? Quantas mais épocas teremos sem observações objectivas e sem observadores credenciados? Quanto mais tempo nos manteremos com esta estrutura mínima de formadores de nível internacional e de momentos de formação adequados aos níveis de cada um? E já agora, quais os níveis que nos distinguem e o que precisamos de fazer para alcançar o patamar superior? Com o Manuel Barros foi iniciada uma estruturação (ainda que interna) de um Quadro de Árbitros credível, conhecido de cada um e de todos e actualizado todos os anos, pese embora pecasse na ausência de programas de desenvolvimento pessoais, para que a cada árbitro fossem dadas hipótese reais de evoluir para o nível superior. Passámos disso para a classificação IRB cujos contornos são, no mínimo, muito turvos... e cuja intervenção dos próprios visados é nula. Ninguém sabe como estará no início do próximo ano, nem como, nem porquê!

Como nos vamos preparar para esta evolução da cada vez mais expectável divisão do XV e do 7's? Seremos especificamente separados? Especificamente treinados? Como, por quem, quando?

Tal como na política e estratégia para o país, esperamos que os nossos melhores deixem Portugal para se afirmarem no contexto internacional, porque cá dentro nada lhes é proporcionado?
Sem metas, sem referências e sem exemplos, como estamos à espera (porque essa tem sido a nossa atitude) de captar árbitros jovens para uma carreira que não sabemos tornar atractiva?

Talvez estejamos, outra vez, à espera de uma cartinha das instâncias internacionais do Rugby a questionar-nos: Como raio podem vocês ter Selecções de nível internacional com tão baixo nível de desenvolvimento na arbitragem? Os vossos melhores jogadores são todos estrangeiros e, portanto, arbitrados por outras "figuras" da arbitragem internacional? É que, como já cá ando há uns anos, eu lembro-me que árbitros tiveram os nossos jogadores na campanha para o Mundial 2007, os mesmos que ganharam não sei quantas vezes seguidas os Europeus de 7's... e desses já cá não temos nenhum!!

É só uma reflexão...
Abraços do TSS

quinta-feira, 15 de março de 2012

Logotipos

Antes e Depois






terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Novos Órgãos Sociais

Venho por este meio informar a Ex.ma F.P de Rugby das alterações dos corpos sociais da ANAR resultantes da Assembleia Geral da ANAR realizada a 27 Janeiro 2012


Conforme convocatória do Presidente da Mesa da Assembleia Geral da ANAR ( eu próprio ) reuniu a 27 de Janeiro de 2012 no Restaurante Taberna Amorim, pelas 22 horas, em segunda convocatória.

Dada a minha impossibilidade de comparecer, a Assembleia foi presidida pelo vice-presidente da Mesa a Assembleia Geral, o sócio Luís Miranda, contando com a presença dos sócios Tiago Sousa e Silva, Filipa Jales, Predro Gagliardini Graça , João Erse, Afonso Nogueira, Nuno Coelho, José Machado de Almeida, Jorge Mendes Silva, Guilherme Themudo e Paulo Duarte.


Eleição

No processo de eleição que seguiu foram eleitos os seguintes orgãos sociais da ANAR

Direcção
Presidente - José Machado de Almeida
Tesoureiro - Levy Quitério
Vogais - Filipa Jales, Luís Miranda e Afonso Nogueira

Mesa da Assembleia Geral
Presidente - Jorge Mendes Silva
Vice-Presidente - Nuno Coelho
Secretário: Pedro Graça

Conselho Fiscal
Presidente - João Erse
Redactor - Guilherme Themudo
Vogal - Pedro ALegre

Sem outro assunto de momento


Atentamente
A. Moita

domingo, 31 de outubro de 2010

Mensagem de Paddy O'Brien

Através dos serviços da FPR, já devem ter recebido a mensagem que Paddy O'Brien, boss dos Árbitros IRB, decidiu enviar para todos os agentes do rugby pelo mundo fora.
Gostaria hoje de salientar apenas a parte dedicada ao maul que, segundo ele, tem sido "pobremente arbitrado", mais concretamente o maul de touche.
Gostava de vos deixar duas experiências pessoais muito recentes, para que possam reflectir por vocês próprios:
Num jogo S18 que arbitrei há poucas semanas, uma das equipas era estrangeira, mais concretamente inglesa, que veio jogar com uma equipa portuguesa. A dado momento do jogo, depois de sancionar a terceira falta aos visitantes, por obsturção antes que se formasse o maul na sequência de um alinhamento, resolvi interromper o jogo e no melhor inglês que consegui articular, explicar a razão da falta. Envolvi então na conversa, os treinadores. Não demorou mais de 3 minutos, mas justificou-se, até porque se tratava de um jogo "particular" e "amigável". A "coisa" ficou clara e não houve mais faltas.
Mas o que é importante aqui é que os treinadores e managers ingleses estranharam que essa Lei seja tão bem aplicada em Portugal, uma vez que no seu país, ela passa quase sempre despercebida, mesmo até, muitas vezes, no nível sénior.
Outra situação vivi num jogo recente da Divisão de Honra: Na sequência de uma touche, forma-se um maul, que inicia o seu movimento de progressão muito dinâmico, em direcção à área de ensaio adversária.
Numa primeira fase, o adversário demite-se e retira-se do maul, pelo que dei indicação verbal de que se mantinha a «formação espontânea». Depois, na tentativa de o parar, há duas faltas cometidas pelos defensores: uma tentativa de derrube, pela queda de um jogador no seu "miolo" e uma "entrada de lado" que pretendia "separar a cabeça do maul" do restante agrupamento. Nenhuma dessas acções surtiu efeito e o maul progrediu mais 20 metros, imparável.
No fim dessa progressão dá-se o descolamento da cabeça do maul (que continua a sua marcha) dos jogadores de trás (que estão na posse de bola) e que já não estão ligados. Este é momento da falta: obsturção!
Cá fora, gritou-se. Não pela falta em si, que foi bem sancionada, mas pela ausência de indicação de vantagem nas faltas que o adversário cometera, na tentativa de parar o maul.
A crítica é justa. Como o movimento desse maul se manteve muito rápido e dinâmico, as faltas efectivas do adversário deveriam ter dado lugar à indicação de vantagem mesmo que depois se viesse a confirma o fim da vantagem, uma vez que a equipa em progressão a teve, de facto.
Cá fora esperou-se, pelo menos, esse sinal.
Não é só na identificação correcta da falta que podemos falhar. Alguns erros surgem na comunicação deficiente com todo o resto dos agentes do jogo: público, treinadores, etc.
Para reflectir!
Abraços
TSS